Duty of Care · Travel Risk Management
Duty of Care é o dever da empresa de cuidar de quem ela manda viajar. Aqui explicamos o conceito, como ele se traduz em processo — workflow de aprovação, controle de itinerário, canal de emergência — e como a CatiAérea aplica isso na prática, sem inventar tecnologia que não temos.
Cada bilhete emitido pela agência fica registrado, com dados do passageiro.
Atendimento online 24 horas, com pessoa real, para imprevistos de viagem.
Ninguém compra passagem sozinho: o gestor aprova antes de sair o bilhete.
Sem OBT nem robô: uma pessoa da equipe acompanha cada viagem.
O conceito
Duty of Care (dever de cuidado) é o princípio — usado no mercado de gestão de viagens corporativas — de que a empresa que manda um funcionário viajar a trabalho assume responsabilidade pelo bem-estar e pela segurança dele durante o trajeto. Na prática, isso significa três coisas básicas: saber onde o viajante está, ter um canal de emergência disponível e ter um plano para quando algo sai do previsto — voo cancelado, conexão perdida, problema de saúde.
Isso não é exclusividade de multinacional com política de viagens de 40 páginas. Qualquer empresa que compra passagem para um funcionário tem essa responsabilidade — o que muda de porte para porte é o quanto esse processo é formalizado por escrito.
Travel Risk Management é a parte de "antes da viagem" do Duty of Care: mapear o que pode dar errado — do voo, da conexão, do destino — e deixar claro, antes de o funcionário embarcar, quem ele aciona se precisar de ajuda. Na CatiAérea, isso é resolvido de forma direta: um único contato (WhatsApp corporativo com atendimento 24h) que já conhece o itinerário e pode agir na hora, em vez de o funcionário ter que descobrir sozinho o que fazer no meio de um imprevisto.
Na prática
Somos honestos sobre o que temos: não operamos uma plataforma de self-booking com dashboard de rastreamento automático. O que garante o controle é o processo — toda viagem passa pela agência, do pedido à emissão.
Cada passagem emitida pela CatiAérea fica registrada com os dados do passageiro e do trecho — a empresa pode perguntar "quem está viajando essa semana?" e a resposta existe.
De madrugada ou fim de semana, quem responde é uma pessoa da equipe, não uma fila de robô — e já conhece o itinerário do viajante.
Voo cancelado ou atrasado: a CatiAérea reacomoda em outro voo e reenvia o cartão de embarque, sem o funcionário precisar negociar com a companhia aérea sozinho.
Quando a empresa contrata seguro viagem junto com a passagem, a CatiAérea orienta o uso em caso de emergência de saúde ou imprevisto no destino.
Viagens consolidadas por período e colaborador — a mesma informação usada para o financeiro também serve para o RH saber a exposição de viagem da equipe.
Servidor em viagem a serviço tem a mesma necessidade de canal de emergência — e ainda a exigência extra de prestação de contas do setor público.
Workflow de aprovação
Duty of Care também é controle de quem autoriza a viagem — ninguém deveria conseguir comprar uma passagem em nome da empresa sem alguém aprovar antes. Esse fluxo na CatiAérea é feito por pessoas, não por um sistema de aprovação automatizada com múltiplos níveis — e para a maioria das empresas que atendemos, isso é suficiente e mais rápido do que configurar regras num software.
Um contato fixo — gestor, RH ou financeiro — é combinado como responsável por aprovar as viagens da equipe.
Por WhatsApp ou e-mail: quem viaja, para onde e quando.
A CatiAérea cota e envia a opção para o responsável aprovar antes de qualquer emissão.
Com a aprovação confirmada, a passagem é emitida e faturada por CNPJ.
Para empresas maiores, com mais de um nível de aprovação (por exemplo, gestor direto e depois financeiro), o mesmo fluxo se repete por etapa — o ponto central é que a CatiAérea não emite nada sem esse sinal verde combinado com a empresa.
OBT, self-booking e a diferença para o nosso modelo
Um OBT (Online Booking Tool) é uma plataforma onde o próprio funcionário pesquisa e reserva a passagem dentro de regras pré-configuradas pela empresa (tarifa máxima, companhias permitidas, antecedência mínima). É o modelo de self-booking: rápido e escalável para empresas com muitos viajantes e viagens simples e repetitivas.
A CatiAérea não opera um OBT — e preferimos ser claros sobre isso em vez de sugerir uma tecnologia que não existe aqui. O nosso modelo é atendimento humano assistido: uma pessoa da equipe busca a tarifa, negocia quando cabe, confere a regra tarifária e só então emite. Isso troca a velocidade de um autoatendimento por mais controle e por alguém que conhece o contexto de cada viagem — o que costuma pesar mais para empresas com volume moderado de viagens, viagens fora do padrão (múltiplos trechos, setor público, urgência) ou que valorizam ter uma pessoa de confiança do outro lado, e não só uma tela.
Empresas com centenas de viajantes e viagens muito padronizadas podem se beneficiar mais de um OBT puro. Nosso público típico — empresas de porte pequeno a médio e órgãos públicos — costuma preferir o controle e o atendimento humano ao autoatendimento. Vale conversar sobre o volume e o perfil das suas viagens antes de decidir qual modelo serve melhor.
Quem escreve
Sócio-administrador da CatiAérea, na empresa desde 2020. Conduz o atendimento corporativo da agência e é o responsável pelo sistema próprio de gestão usado pela CatiAérea — inclusive o controle de itinerário e o fluxo de aprovação descritos nesta página.
Perguntas frequentes
É o dever da empresa de cuidar da segurança e do bem-estar do funcionário enquanto ele está viajando a trabalho — saber onde ele está, ter um canal de emergência disponível e um plano para imprevistos como problema de saúde, atraso ou cancelamento de voo.
É o processo de mapear e reduzir riscos de uma viagem a trabalho antes que ela aconteça: condições do destino, do voo e da conexão, e um plano claro de quem aciona o quê se algo sair do previsto.
Porque toda emissão passa pela agência: cada bilhete, cada remarcação e cada cancelamento ficam registrados no sistema próprio da CatiAérea, com os dados do passageiro e do itinerário centralizados — diferente de quando cada funcionário compra por conta própria em canais diferentes.
A empresa informa por WhatsApp ou e-mail quem precisa aprovar cada viagem (gestor, RH ou financeiro). A CatiAérea cota, envia para aprovação e só emite depois do sim — sem que o próprio colaborador feche a compra sozinho.
OBT é uma plataforma de autoatendimento (self-booking) onde o próprio colaborador busca e reserva a passagem dentro de regras pré-configuradas. A CatiAérea não opera nesse modelo: o atendimento é humano e assistido, com uma pessoa da equipe cotando, negociando e emitindo cada viagem — o que dá mais controle em troca de menos automação de autoatendimento.
Hoje não há integração automática por API. Os relatórios de viagens e despesas são consolidados no sistema próprio da CatiAérea e entregues por período, colaborador, trecho e centro de custo, prontos para o financeiro importar ou conferir manualmente.
Ele aciona o atendimento 24 horas da CatiAérea, que é humano. A equipe cuida da reacomodação em outro voo, do reenvio do cartão de embarque e da orientação sobre seguro viagem e assistência, quando aplicável.
Não. Qualquer empresa que manda funcionário viajar tem esse dever de cuidado, independente do tamanho. O que muda é a formalidade do processo — empresas grandes costumam ter uma política escrita, mas o cuidado básico (saber onde está o viajante e ter um canal de emergência) vale para qualquer porte.
Sim. Servidores em viagem a serviço também dependem de um canal de emergência e de controle de itinerário, além das exigências específicas de prestação de contas do setor público.
Veja também o SLA e os relatórios gerenciais, o que é uma TMC e todas as perguntas frequentes.
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