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Quanto custa uma agência de viagens corporativas?

Como funciona a cobrança — e quando o serviço se paga sozinho.

Uma das primeiras dúvidas de quem pensa em contratar uma agência para as viagens da empresa é: quanto isso custa? A resposta honesta é "depende do modelo" — mas dá para entender cada formato e saber o que faz sentido para o seu volume.

Os modelos de cobrança mais comuns

  1. Fee por transação: uma taxa fixa para cada passagem, hotel ou serviço emitido. É o modelo mais transparente: você sabe exatamente quanto paga por emissão, independentemente do valor da tarifa.
  2. Comissão na tarifa: a remuneração da agência está embutida no preço negociado. Funciona bem quando a agência consegue tarifas de acordo ou corporativas que a empresa não teria sozinha.
  3. Mensalidade / pacote: um valor mensal que cobre um volume de atendimento. Costuma valer a pena para empresas com muitas viagens por mês, que preferem previsibilidade de custo.

Cada agência adota um desses formatos — ou uma combinação deles —, sempre com faturamento por CNPJ e nota fiscal.

E na CatiAérea? Taxa zero

A CatiAérea não cobra fee: não há taxa de emissão, nem de remarcação, nem de cancelamento. Enquanto o padrão de mercado entre as TMCs é cobrar um valor fixo por bilhete emitido e outro a cada alteração, aqui essa taxa é zero.

Na prática, isso significa que o valor máximo que a sua empresa paga é o que a companhia aérea cobrar — e ainda com até 10% de desconto sobre a tarifa que está no site da própria companhia. Se houver multa de remarcação ou cancelamento, é a multa prevista na regra tarifária do bilhete, informada antes de qualquer cobrança; a agência não acrescenta nada por cima.

É justamente a pergunta que todo comprador faz numa cotação — "qual o fee por emissão e por remarcação?" — e que quase nenhuma agência responde publicamente. A nossa resposta está por escrito, junto com o SLA e a política de cancelamento.

O custo que ninguém coloca na conta

Comprar passagem direto no site da companhia parece "de graça". Mas tem um custo escondido:

Quando o serviço se paga

Na prática, para uma empresa que viaja com alguma regularidade, o custo da agência costuma ser menor do que a economia que ela gera: tarifas melhores, menos prejuízo com remarcações, tempo devolvido ao time e controle de gastos. É por isso que empresas que testam a terceirização raramente voltam a comprar por conta própria.

Para dimensionar o retorno no seu caso, veja como a CatiAérea reduz custos de viagem e casos reais de empresas atendidas.

Quer saber quanto a sua empresa pagaria — e quanto economizaria?

A gente avalia o volume e o perfil das suas viagens e mostra a economia possível. Sem taxa de emissão, faturamento por CNPJ, nota fiscal e nota 5,0 no Google.

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Perguntas frequentes

Quanto custa uma agência de viagens corporativas?
Depende do modelo de cobrança. Os mais comuns são: fee (taxa fixa) por transação emitida, comissão embutida na tarifa negociada, ou uma mensalidade para volumes maiores. O custo do serviço costuma ser menor do que a economia gerada pela negociação de tarifas, pela redução de remarcações e pelo tempo que a empresa deixa de gastar comprando passagens por conta própria.

Vale a pena pagar por uma agência em vez de comprar direto no site da companhia?
Na maioria das empresas que viajam com alguma regularidade, sim. Comprar direto parece de graça, mas custa horas do time administrativo, não garante a melhor tarifa e deixa a empresa sozinha em remarcações e imprevistos. A agência negocia tarifas, centraliza o faturamento por CNPJ e dá suporte humano — o que normalmente supera o custo do serviço.

A CatiAérea cobra taxa de emissão (fee) ou mensalidade?
Não. A CatiAérea não cobra fee de emissão, remarcação ou cancelamento. O valor máximo que a sua empresa paga é o que a companhia aérea estipula pela passagem — com até 10% de desconto sobre a tarifa do site da própria companhia — e o faturamento sai por CNPJ com nota fiscal.